segunda-feira, 3 de julho de 2006

O top ten dos mais caros da história


«Adele Bloch Bauer I», Gustav Klimt - 135 milhões de dólares, a soma mais alta jamais paga por um quadro
«Rapaz com cachimbo», Picasso - 82,7 milhões de euros
«Dora Maar com gato», Picasso - 75,7 milhões de euros
«Retrato do Dr. Gachet», Vincent Van Gogh 65,6 milhões de euros
«Bal au Moulin de la Galette», Pierre-Auguste Renoir - 62,1 milhões de euros
«O Massacre dos Inocentes», Rubens - 61 milhões de euros
«Retrato do artista sem barba», Van Gogh - 56,8 milhões de euros
«Natureza morta com cortina e jarro», Paul Cezanne - 48,1 milhões de euros
«Mulher de braços cruzados», Picasso - 43,7 milhões
«Os lírios», Van Gogh - 42,8 milhões de euros

quinta-feira, 22 de junho de 2006

quarta-feira, 14 de junho de 2006

Como é que cheguei até aqui sem saber que:

- É impossível espirrar com os olhos abertos.
- A noz-moscada é extremamente venenosa se injectada na veia.
- O coração bombeia o sangue com uma pressão suficiente para esguichar o sangue a uma altura de 9 metros.

- O músculo mais potente do corpo é a língua.
- É impossível suicidar-se parando a respiração.
- O crocodilo não pode pôr sua língua para fora.
- O urso polar é canhoto.
- Uma barata vive 9 dias sem a cabeça.
- As borboletas sentem gosto com os pés e não com a língua.
- A estrela-do-mar não tem cérebro.
- A Barbie já vendeu mais carros que a General Motors.
- Um bilião de segundos equivale a 31,7 anos.
- Os olhos de um hamster podem cair se o pendurar de cabeça pra baixo.

domingo, 11 de junho de 2006

Stressed Out!!!

Fazer um trabalho sobre Gestão Organizacional
numa instituição completamente desorganizada
está a deixar-me...

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Dia Mundial do Ambiente

No Dia Mundial do Ambiente, as Nações Unidas apelam aos povos e aos decisores políticos a que actuem para contrariar o fenómeno da desertificação. É que este é também o Ano Internacional dos Desertos e Desertificação. A evocação não é meramente simbólica: um terço da população mundial vive em terras secas, com uma perspectiva de futuro precária, pois a fragilidade desse meio árido pode ceder espaço ao deserto. E não houver um uso sustentável dessas áreas em perigo, o frágil equilíbrio ecológico pode ser rompido e as terras áridas transformarem-se em desertos.

Números para pensar
40% do planeta estão cobertos por terras áridas e desertos, aí vivendo um terço da população mundial
135 milhões de pessoas em todo o mundo estão em risco de migrar para outras regiões devido à degradação do território em que vivem
200 mil mortos resultaram da seca no final dos anos 60 na regão subsariana
100 países em risco pelo avanço da desertificação


(in Jornal de Notícias)

domingo, 4 de junho de 2006

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Educação: insistir num modelo sem futuro?

"Em Espanha, a propósito da alteração da Lei da Educação, os professores denunciaram os quatro mitos que consideram responsáveis pelo fracasso do sistema:- O mito de aprender fazendo; o mito da igualdade; o mito do professor amigo; o mito da educação sem memória.Declararam-se também, maioritariamente, simplesmente fartos:- Da falta de esforço; da falta de autoridade na aula; do excesso de especialização; da integração sem meios; da deterioração do ensino público.Interrogo-me se, em Portugal, os professores (não só os "pedagogos", não os teóricos, não os sindicatos) não dariam do sistema português, dos seus mitos e ameaças, uma imagem aproximada.Fiz toda a minha aprendizagem em escolas públicas. Descontando o muito que aprendi em minha casa, é-me hoje possível confirmar sem sombra de dúvida, o quê e o quanto me foi ensinado nessas salas de aula.A escola do Estado Novo veio a ser acusada de mil e um defeitos, descrita como soturna e repressiva. Porém a minha geração, oriunda das mais diversas classes sócio-económicas, aprendeu. E guarda desse tempo uma memória mais banhada em ternura e nostalgia que marcada pela frustração ou revolta.É certo que eram ainda muitos os que não chegavam lá. E se "chegarem todos lá" se tornou justamente um objectivo, a questão que se coloca é a factura a pagar por uma massificação sem qualidade e com os fracos resultados que conhecemos.Os meus filhos passaram todos pelo ensino público que continuei a mitificar como uma experiência indispensável num processo escolar. Deram-se bem.A última vez que fui a uma reunião de pais, o progenitor da pior aluna explicou-me que o facto de a minha filha ter boas notas se devia a nós termos uma biblioteca em casa e ele não. Pareceu-me uma justificação simplista mas elucidativa de um estado de espírito autojustificativo que marca, em grande parte, o conformismo dos pais em relação aos seus filhos estudantes.Nos últimos 30 anos, a educação tem sido campo de experiências sucessivas, com leis e meias reformas, tornando cada geração uma grande cobaia, na qual se testam teorias e teimosias. Simultaneamente caíram intramuros escolares novos e agudos problemas sociais que deviam ter resposta a montante e a jusante, mas não têm.A escola transformou-se num espaço multifunções, exigindo-se que faça tudo menos ensinar: intervenção social, psicologia, tratamento da pré-deliquência, substituição da rede familiar, prevenção da violência doméstica, remédio para o abandono, a subnutrição, a doença e ainda o esforço diário de contrariar uma cultura de irresponsabilidade e laxismo.A classe dos professores é tida como uma das mais relevantes socialmente e, paradoxalmente, é uma das mais desrespeitadas. Para o que se lhes pede, são escassos os instrumentos de que dispõem para, com autoridade e eficácia, responder aos problemas daquele quotidiano.Para quem, como eu, trabalha com os sistemas sociais no combate à reprodução geracional da pobreza e da exclusão, o qual só é possível num quadro de equidade no acesso a competências que permitam uma progressiva e efectiva autonomização pessoal, para que o filho de um pobre não seja fatalmente pobre, o filho de um imigrante cresça integrado, um filho da droga não se drogue, a filha de uma mãe adolescente não tenha um filho aos 14 anos, etc., etc., sabe bem que o sistema de educação é determinante.Mas o sistema de educação é determinante para educar, para dar competências, preparando para a vida e para a autonomia, no saber pensar e no saber fazer, as novas gerações. Não é determinante para substituir a família, o atendimento social, o centro de saúde, a ocupação dos tempos livres ou as comissões de protecção de menores.Tem sido assim. Os nossos indicadores são péssimos. Os resultados estão à vista, com bolsas de pobreza mais persistentes e um país no geral mal preparado para competir.Estão à vista na nossa economia e nas nossas finanças públicas, nas nossas estatísticas e na nossa falta de norte e de inovação. Porquê, então, insistir neste modelo sem futuro que compromete todos os dias o mesmíssimo futuro português?"
Maria José Nogueira Pinto in Diário de Notícias

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Oferecemo-nos!!!

Somos fofinhos, simpáticos e bricalhões ;) ;) ;)
Alguém nos quer levar para casinha?!?!?!

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Dia da Energia

O uso racional de ENERGIA supõe uma poupança quer para a carteira quer para o MEIO AMBIENTE. Ajustar as necessidades de cada um e utilizar de modo eficaz a ENERGIA, são ideias chave para conseguir poupar no consumo de ENERGIA o que não afectará a nossa qualidade de vida.
Como?!?!?! É fácil... assim, assim ou assim!
Em caso de crise:
Chuveiro: Tome banho frio e no máximo em dois minutos, somente um a cada sábado.
Máquina de Lavar Roupa: Troque pelo tanque, exercício faz bem à saúde. Como você agora só vai tomar banho aos sábados, só vai mudar de roupa uma vez por semana.
Ferro de Engomar: Não passe a roupa. No máximo, deixe no sol. Mesmo assim às vezes, porque afinal, a gente não sabe se ainda vai precisar de energia solar, então é melhor não gastar também.
Máquina de Lavar Louça: Compre um gato.
Torradeira eléctrica: Espere que faça sol e deixe o pão na janela (vigie os pássaros).
Secador de Cabelo: Não use. Saia a correr balançando a cabeça... ou coloque a cabeça para fora da janela do carro.
Repelente de Mosquitos Eléctrico: Que tal um sapo?
(recebido por mail)

domingo, 28 de maio de 2006

À espera

Estou à espera... que os ciclistas passem...

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Sabia que:

- A biblioteca da Universidade de Indiana afunda 2 cm por ano porque, quando foi construída, os engenheiros se esqueceram de incluir o peso dos livros no cálculo das fundações.
- 90% dos taxistas de New York são imigrantes recém-chegados.

- Em 10 minutos, um furacão libera mais energia do que todas as bombas nucleares existentes no mundo.
- O isqueiro foi inventado antes dos fósforos.
- Há uma maior probabilidade de morrer com uma rolha de champanhe do que com uma aranha venenosa.
- A formiga levanta 50 vezes seu peso, e puxa 30 vezes seu peso.
- A pulga pula 350 vezes a sua altura, o que equivale a uma pessoa dar um pulo de uma altura igual à largura de um campo de futebol.
- Relâmpagos matam mais do que vulcões, furacões e terremotos.(Só perdem para os hospitais públicos).
- O "quack" de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.


quinta-feira, 25 de maio de 2006

Aquecimento global ainda maior do que se pensava

Novos estudos incorporaram agora uma provável amplificação do aquecimento que advirá da maior libertação de CO2 dos ecossistemas induzida pelo aumento da temperatura. Estes trabalhos indicam que os estudos anteriores poderão estar a subestimar o aumento da temperatura até 75%, desafiando assim os dados do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), que prevê que a temperatura média global deverá aumentar entre 1,5 ºC e 4,5 ºC.

Hoje

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terça-feira, 23 de maio de 2006

Alegoria da Gestão [no reino animal]

Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar. Produzia e era feliz. O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada... E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios. A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas. O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito. Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática. A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo! O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada. Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente. Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía : "há muita gente nesta empresa".
Adivinhem quem o leão começou por despedir? A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida".
(recebido por mail)

segunda-feira, 22 de maio de 2006

5*

A variedade da Vida

DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE

De um modo muito geral a biodiversidade traduz-se na quantidade de espécies diferentes existentes no planeta.
A biodiversidade, ou diversidade biológica, refere-se à variedade de vida no planeta Terra (incluindo a variedade de espécies, a variedade genética dentro da mesma espécie, e a variedade de comunidades, hábitats e ecossistemas formados pelos organismos).

O Homem é o principal responsável pela perda da biodiversidade levando ao contínuo processo de extinção das espécies. Como?! Através de: Eliminação ou alteração de habitats; Sobreexploração comercial que ameaça muitas espécies marinhas e algumas terrestres; Poluição das águas, solo e ar; Introdução de espécies exóticas.

A não esquecer que:
- Cerca de 20 % das espécies de água doce do mundo já se extinguiram, estão ameaçadas ou em perigo.
- Cerca de 75 % dos maiores stocks pesqueiros marinhos estão esgotados ou sobre-explorados.
- Cerca de 75 % da diversidade genética das plantas para a alimentação dos humanos perdeu-se no último século.
- Mais de 50 % das zonas húmidas do mundo foram destruídas e as espécies que vivem nesses ecossistemas diminuiram em 50 % entre 1970 a 1999.
- Cerca de um terço dos recifes de coral do mundo estão destruídos ou altamente degradados.
- 25 % dos mamíferos e 12 % das espécies de aves são consideradas globalmente ameaçadas.
- 900 milhões de pessoas vivem em zonas rurais, por isso, altamente dependentes da biodiversidade para a sua subsistência. Muitas delas estão já a ser afectadas pela perda da biodiversidade, poluição da água e degradação dos solos.

Biodiversidade - porquê preocuparmo-nos com ela?

terça-feira, 9 de maio de 2006

sexta-feira, 5 de maio de 2006

O "Desenvolvimento Sustentável" como área de trabalho

A SGS* promove o ‘Desenvolvimento Sustentável’ como uma nova área de trabalho em Portugal.

Segundo a SGS, a sustentabilidade da gestão empresarial é cada vez mais um tema recorrente nas empresas portuguesas, as quais ao pretenderem aumentar a sua eficiência operacional têm que se preocupar com os aspectos económicos sem descurar a vertente ambiental (protecção do meio e economia de recursos naturais) nem a vertente social (a motivação e o empenho dos colaboradores é um elemento não só diferenciador mas gerador de mais e melhor produtividade).
Desta forma precisam-se profissionais que entendam os três pilares da sustentabilidade (económico, ambiental e social) e os saibam rentabilizar no seio das organizações.

*A SGS ICS é o Organismo de Certificação do Grupo SGS Portugal, líder na certificação de sistemas de Gestão da Qualidade, Ambiente, Segurança, Responsabilidade Social, Serviços e Produtos, entre outros.

quinta-feira, 4 de maio de 2006

Gasóleo ou óleo vegetal?!

Chega hoje a Lisboa um veículo movido exclusivamente a óleo vegetal (óleo de fritar usado) que partiu da Escócia tendo atravessado o Reino Unido, a França, a Espanha e agora Portugal.
Esta acção insere-se num projecto demonstrativo da possibilidade de utilizar óleos vegetais substituindo o gasóleo em motores diesel, sendo para o efeito apenas necessário proceder a algumas alterações nos veículos a diesel. A experiência tem decorrido com sucesso e está a ser desenvolvida por uma empresa escocesa, o veículo ao longo da viagem vai recolhendo óleo em restaurantes e hotéis e procede à sua filtração para posterior utilização como combustível.
Com o problema das alterações climáticas e com o aumento dos custos do petróleo, a utilização directa de óleos vegetais em motores a diesel ganha agora um novo fôlego, dado o seu melhor desempenho ambiental em termos de emissões de gases de efeito de estufa e devido ao seu menor preço.

Zip I - Gestão flexível do currículo


(clicar para ampliar)