quinta-feira, 31 de julho de 2008

Novo blog

Se por esta altura criasse um novo blog chamar-se-ia
"Oh não, sou professora!!!"

PS: E agora vou ali esquecer-me por uns tempinhos que sou profesora ;)
BOAS FÉRIAS!!!

AMI e o Ambiente

Projecto de Recolha e Reciclagem de Óleos Alimentares Usados
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Até hoje, o principal destino dos óleos usados em Portugal tem sido o despejo na rede de esgotos e este é um dos maiores erros que pode cometer! Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A AMI lançou ao público um Projecto de Recolha e Reciclagem de Óleos Alimentares Usados que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.
Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada aqui. Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.
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Mas porquê recolher e reciclar os Óleos Alimentares Usados?
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Porque quando lançados nas redes de drenagem de águas residuais, estes óleos poluem e obstruem os filtros existentes nas ETAR´s, tornando-se assim um grande obstáculo ao seu bom funcionamento.
Este novo projecto ambiental da AMI permitirá não só evitar a contaminação das águas residuais mas também transformar os óleos alimentares usados em biodiesel, fornecendo uma fonte energética ecológica e alternativa aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Dê uma nova vida aos seus livros escolares usados, coloque-os no LIVRÃO!

Numa iniciativa conjunta da Entrajuda, do Clube dos Livros e da Livrarias Bertrand, está a decorrer uma campanha de recuperação de livros escolares usados que tem como objectivo a sua reutilização ou correcta destruição, numa perspectiva de boas práticas de responsabilidade social e ambiental.
Dê uma nova vida aos seus livros escolares usados, coloque-os no Livrão é o nome desta campanha que se prolonga até ao final do mês de Julho. Os pontos de recolha, Livrões, estarão colocados na rede de Livrarias Bertrand, nas agências da Caixa Geral de Depósitos, nas lojas Pingo Doce e Feira Nova aderentes, nas lojas do Instituto Português da Juventude, para além das escolas aderentes.
A campanha prevê ainda que os livros escolares sejam reutilizados. Ou seja, os que ainda estiveram em vigor e em bom estado, poderão ter um valor equivalente a 20% do preço do livro. Este será pago ao dador do livro por transferência bancária, desde que verificados os requisitos inscritos no folheto que se encontra aposto no ‘Livrão’. Depois os livros serão disponibilizados para venda on-line no site www.clubedoslivros.com ou através da Linha de Apoio 214 691 892, com 50% de desconto sobre o preço de venda.

sábado, 12 de julho de 2008

O cúmulo da vaidade [de alguém que eu conheço!]...

... é ter uns sapatos de salto tão alto, mas tão alto,
que descalçados, nem eles próprios se aguentam em pé!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Em avaliação....


...primeiro a deles... agora a minha...

sexta-feira, 16 de maio de 2008

terça-feira, 13 de maio de 2008

segunda-feira, 5 de maio de 2008

A SuperEscola ou o retrato da Escola Portuguesa

Onde estão as melhores escolas do mundo? Em... Portugal. Claro, está certo!
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7.º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente!
DISCIPLINAS / ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
1. Língua Portuguesa>
2. História>
3. Língua Estrangeira I - Inglês>
4. Língua Estrangeira II - Francês>
5. Matemática>
6. Ciências Naturais>
7. Físico-Químicas>
8. Geografia>
9. Educação Física>
10. Educação Visual>
11. Educação Tecnológica>
12. Educação Moral R.C.>
13. Estudo Acompanhado>
14. Área Projecto>
15. Formação Cívica>
É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15!!!
Carga horária = 36 tempos lectivos.
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal? Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!! A Escola ainda:
Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
Não pode esquecer os outros alunos, 'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
Integra alunos oriundos de outros países que, por as mais das vezes não falam um cu de Português, ou melhor, nem sequer sabem o que quer dizer cu;
Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos, como:
* Currículos Alternativos>
* Percursos Escolares Próprios>
* Percursos Curriculares Alternativos>
* Cursos de Educação e Formação>
MAS AINDA HÁ MAIS... A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
* Educação sexual>
* Prevenção rodoviária>
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.>
* Preservação do meio ambiente>
* Prevenção da toxicodependência>
* Etc, etc...
Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos? (possível interpolação do ministro da educação da Finlândia).
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores! Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
(recebido por mail)

sexta-feira, 28 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

Açores e Madeira podem vir a ser "ilhas sustentáveis"


As ilhas portuguesas serão usadas como um exemplo, uma base de estudo para que os resultados possam ser aplicados em termos internacionais. A ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores, poderá ser totalmente sustentável. São Miguel já produz energia geotérmica (obtida do calor proveniente da terra) e “podia aumentar a quantidade de energia produzida”, mas, “durante a noite não haveria consumo e não teria como escoar a energia”, sublinhou o director nacional do MIT-Portugal.
Paulo Ferrão explicou que “cada caso é um caso” e que não acredita que todas as ínsulas possam vir a ser sustentáveis. A Madeira, por exemplo, é muito grande e dificilmente conseguiria viver apenas de energias renováveis. Mas, um dos objectivos da investigação é também ver se os dois tipos de energia (renovável e não renovável) podem conviver juntas, “puxando mais para as renováveis”. As ilhas mais pequenas também teriam mais facilidades em serem autónomas em termos energéticos. “A ilha das Flores poderia ser mantida a energia eólica”, exemplifica Paulo Ferrão. Por estarem rodeadas de mar, as ilhas têm mais potencial em explorar as energias eólicas e das ondas.


Conseguir que uma ilha seja completamente sustentável não é impossível. Um exemplo concreto é a Islândia. “A Islândia é cem por cento renovável”, diz Paulo Ferrão. “Há cinquenta anos era o país mais pobre da Europa”. Estava dependente do carvão, como principal fonte energética. O responsável nacional do MIT-Portugal contou que foi através da produção geotérmica e hidroeléctrica que este país insular conseguiu ser “sustentável”, além de ter investido o dinheiro, que poupou com as renováveis, em outras indústrias que trouxeram a prosperidade económica.

sexta-feira, 21 de março de 2008

[Animais 2]: Sabia que...

- A maneira mais fácil de diferenciar um animal carnívoro de um herbívoro é olhando-o nos olhos. Os carnívoros (desde cães a leões) possuem os olhos na parte da frente da cabeça, o que facilita a localização do alimento. Já os herbívoros (aves, coelhos, etc.) possuem os olhos lateralmente na cabeça para perceber a aproximação de um possível predador.
- As ovelhas não bebem água corrente.
- Um estudo recente concluiu que o contacto com animais domésticos estimula o sistema imunitário ajudando a reduzir o risco de alergias.
- Os morcegos viram sempre para a esquerda quando saem da caverna.
- A louva-a-deus é o único insecto que consegue rodar a cabeça 360º.
- Por ano, milhões de árvores são plantadas acidentalmente por esquilos, que enterram nozes e se esquecem onde as enterraram!
- Só as fêmeas dos mosquitos é que picam os mamíferos, já que os machos são vegetarianos e nem sequer possuem ferrão. As fêmeas necessitam de sangue para desenvolver os seus ovos, os quais são depois depositados em águas paradas, desde que límpidas.
- A coloração vermelha com pintas pretas nas "costas" das joaninhas, que tanto agrada a visão humana, é na verdade, um aviso aos pássaros, seus inimigos naturais. Passam a mensagem "mantém-te distante que temos um péssimo sabor". Esses insectos, chamados Coleópteros Coccinelídeos , além de bonitos, são extremamente benéficos ao Homem, pois alimentam-se de pulgões, bichos que sugam a seiva das plantas, podendo causar-lhes sérios prejuízos.

quinta-feira, 20 de março de 2008

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Pensamento do dia

Aquele que ao longo do dia é activo como uma abelha,
forte como um touro,
trabalha que nem um cavalo
e que ao fim da tarde se sente cansado que nem um cão,
deveria consultar um veterinário
porque é bem possível que seja burro.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Prémios merecidos

Na planificação das suas aulas, encontram-se saídas de campo, visitas de estudo, actividades experimentais, debates, apresentações orais, trabalhos em grupo, construção de modelos, resolução de exercícios. A teoria é importante, a prática é fundamental. "De acordo com a matéria, procuro sempre encontrar alguma actividade que ponha os alunos com as mãos na massa", refere. "Os manuais apontam para algumas experiências simples e úteis, que podem e devem ser feitas nas aulas práticas, mas eu gosto de, mesmo numa aula teórica, introduzir alguma observação, alguma manipulação, que quebre o ritmo, que 'acorde' os alunos, que os faça mexer". Exemplos não faltam. "Ir a uma empresa agrícola ver como fazem luta integrada de pragas, dar um passeio à volta da escola para ver o processo de formação do solo, ver ao vivo em laboratório a reprodução de um verme, pesquisar na Internet as últimas novidades na investigação espacial ou fazer um debate sobre as implicações éticas da clonagem", adianta. "E tem sido fácil arranjar pretextos para passar da teoria à prática. Como não seguir o caminho do nosso lixo doméstico até ao aterro sanitário quando no 12.º ano se ensina o tratamento de resíduos?". "Ou como não ir às extraordinárias falésias da nossa costa quando se dão as deformações das rochas no 11.º ano?".
O Clube de Ciências da escola é a menina dos seus olhos. Um espaço que se centra em três actividades: saídas de campo para o contacto com a Natureza; iniciativas com crianças, em que os alunos são monitores dos mais novos; e verdadeiros trabalhos de investigação em Ciência. No meio de tudo isto, há um requisito que não pode faltar, ou seja, uma boa relação com os alunos. "Eles sabem distinguir quando um professor vai para a aula com gosto e entusiasmo e percebem bem quando temos prazer em estar com eles. E correspondem da mesma forma." No início do ano lectivo, Paula Canha dá a conhecer o Clube de Ciências. Depois disso, convoca-se uma reunião com os candidatos a membros do clube, traça-se o plano de actividades, constituem-se grupos de trabalho e nomeiam-se os responsáveis. Não há horas obrigatórias de trabalho. "Talvez um dos trunfos mais fortes deste clube é a sua enorme abertura ao exterior, porque cada projecto envolve sempre um tutor de uma universidade ou instituto de investigação, a câmara municipal e empresas ou entidades que, de alguma forma, se relacionam com o tema do projecto", explica. "Aprendemos muito mais e vamos muito mais longe, com a ajuda de diferentes pessoas ligadas à temática dos projectos", acrescenta. Há mais. Paula Canha orientou vários projectos que foram distinguidos a nível nacional e internacional. Entre eles está "O declínio do montado - o caso do sobreiro e da azinheira" que venceu o primeiro prémio nacional do 18.º Concurso Europeu para Jovens Cientistas" e o terceiro prémio da Intel/Feira Internacional de Ciência e Engenharia nos Estados Unidos, em 2007. "São tantas as histórias que fazem de cada projecto uma experiência inesquecível." Paula Canha recorda os momentos passados à volta da fogueira no meio do montado alentejano, o tempo usado a capturar anfíbios nas lagoas, as conversas com os agricultores, a sessão improvisada de ioga para afastar o stress aos alunos antes das entrevistas com o júri, os serões passados a treinar o inglês para a defesa dos projectos. Sacrifícios pessoais sempre compensados. Há uma aula ideal na sua cabeça. "É aquela em que os alunos não dão pelo passar do tempo e quando mando arrumar eles dizem: 'já?'". Aulas de uma grande exigência. "Talvez a maior ameaça a uma prática centrada na qualidade das aulas seja a multiplicidade de reuniões que existem nas escolas e a quantidade de 'papelada' que temos de preencher. Depois de seis horas de aulas, uma reunião de duas horas e a elaboração de um qualquer plano, quem tem energia e coragem para roubar à família o pouco tempo que sobra no fim do dia?", questiona. "De qualquer forma, a avaliação dos docentes não está centrada na qualidade das aulas, pelo que se compreende que esse aspecto continue a não ser prioritário para os professores, o que é uma pena", repara. "Mas compreendo que as pessoas não tenham resistência para tanto. Para fazer o que faço, tenho de trabalhar muito mais horas do que é razoável", remata. Foi a escola onde lecciona que sugeriu o seu nome para o prémio. "Nas férias vem para a escola com os alunos e fazem muita investigação de campo", revela Natália Amaral, do conselho executivo da Secundária de Odemira. "É uma pessoa muito humilde e que faz um trabalho muito importante com os alunos", acrescenta. O Prémio Inovação trouxe-lhe mais responsabilidade e contactos. "Tenho recebido recursos óptimos para trabalhar com os alunos, de pessoas que não conheço, mas que me enviam publicações e outros materiais - é espantosa a generosidade destes cientistas." Os alunos motivam-se mais num trabalho que é reconhecido, os colegas de profissão pedem-lhe ajuda e conselhos.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Por aqui: Avaliação do desempenho e Combate ao Insucesso?!

E pára tudo... agora estamos em "avaliação de desempenho mode"!
Não se ouve outra coisa, não se fala de outra coisa, não se lê outra coisa...
Ainda nem começou e já estou farta!
***
Por outro lado, acabaram-se as fotocópias a não ser para testes de avaliação,
tinteiros só para os DT´s, retroprojectores a arranjar só no próximo ano lectivo,
um projector único para quase todos, manuais com soluções a que eles não resistem, e alguns materiais para actividades experimentais só se for à conta do prof...
;) :( :p